O preço da Indiferença...
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Alguns meses atrás, ninguém falava em Emancipação, poucas pessoas sabiam o significado desta palavra tão pouco usada em nosso vocabulário diário, porem bastou chamar a atenção da opinião publica para que esta se tornasse popular, ganhou os jornais e a mídia televisiva, e hoje não se fala em outra coisa a não ser em Emancipação.
Mas isso também abriu espaço para os oportunistas, politiqueiros que antes se diziam incrédulos quanto a possibilidade da separação politica e administrativa de Vicente de Carvalho e Guarujá, hoje eles tremulam bandeiras e rasgam apoios a causa que eles antes duvidavam por ser de origem popular e não política, mas o povo já sabe quem são, seu histórico e o seu grau de comprometimento com a população, que é igual a zero.
Emancipação, porque ela surgiu?
Emancipação significa o ato de se tornar livre ou independente. Para quem é morador do Itapema (Vicente de Carvalho) sabe muito bem dos problemas que passamos e sofremos, começa pela falta de zeladoria publica, transporte ineficiente, serviço de saúde precária, ruas esburacadas e a falta de segurança que é fatal e segue uma lista interminável de problemas que se avolumam a cada mandato.
Durante décadas ouvimos promessas, programas de governo que nunca saíram do papel muitas vezes por ineficiência administrativa ou por pura incompetência “se é que ela é tão pura assim”, o distrito sempre foi colocado em último plano e o cidadão tratado como de 2.ª classe.
Vicente de Carvalho é hoje um espaço segregado, um distrito em que a infraestrutura urbana de equipamentos e serviços (saneamento básico, saúde, sistema viário, iluminação pública, transporte, lazer, educação, segurança pública e acesso à justiça) é precária ou insuficiente.
E falando em Segurança que deveria ser considerada um direito de cidadania, que é fundamental para o desenvolvimento socioeconômico, não o é. Nem o Estado nem o cidadão possui essa consciência e muito menos os políticos.
A Administração, com sua monstruosa estrutura burocrática cheia de cargos comissionados a consumir os recursos dos contribuintes não consegue dar vazão às demandas básicas da nossa cidade. Faltam recursos e gestão para a prestação de serviços de saúde, segurança pública, educação, desenvolvimento tecnológico, prestação jurisdicional, transporte público, etc.
Na vivência diária do cidadão, empecilhos à própria sobrevivência.
No discurso oficial, problemas pontuais.
Ao invés da implementação de reformas estruturantes, acentuando aspectos de eficiência no setor público, a solução engendrada foi a reedição da velha política do pão e circo. O pão, à custa de bolsas de toda espécie e o circo à conta das Copas.
Enfim, o povo dá mostras de que há um limite.
Chega de secretarias a servirem apenas para acomodação de apaniguados.
Chega de partidos políticos sem qualquer nota ideológica, de natureza essencialmente adesista que é a tendência ou hábito de aderir interesseiramente a situações vantajosas. Chega de representações partidárias com interesses econômicos totalmente divorciados de interesses sociais. Chega de projetos pessoais de poder.
Representações que de tanto envolvimento em negociatas espúrias, perderam a legitimidade e o mínimo respeito popular. Não à toa, políticos têm omitido o termo partido, nas novas agremiações em vias de criação.
A causa pública, cada vez mais longe e esquecida por eles, demonstra que a distancia do poder publico com relação ao povo, não se mede por quilômetros, mais por aquilo que ele deixa de fazer em prol da comunidade.
Assim, a tradicional forma de política não mais corresponde às atuais demandas.
O povo quer uma nova cidade sem os vícios da corrupção, sendo assim uma nova maneira de fazer política e de administrar os recursos públicos originários de impostos e taxas arrecadados em nosso distrito, nós não queremos mais ser tratados como cidadãos de segunda classe, queremos respeito, queremos viver com dignidade, nosso distrito não quer mais ficar casado com o Guarujá, estamos pedindo o Divorcio não aguentamos mais a indiferença, a falta de cuidados queremos a nossa liberdade queremos a Emancipação queremos ser livres para nos desenvolvermos como povo e como cidade.
Este é o preço da indiferença, esse é o nosso Basta!
É o recado que o povo dá!
Clayton Leite Rodrigues
Presidente do MEVC
Alguns meses atrás, ninguém falava em Emancipação, poucas pessoas sabiam o significado desta palavra tão pouco usada em nosso vocabulário diário, porem bastou chamar a atenção da opinião publica para que esta se tornasse popular, ganhou os jornais e a mídia televisiva, e hoje não se fala em outra coisa a não ser em Emancipação.
Mas isso também abriu espaço para os oportunistas, politiqueiros que antes se diziam incrédulos quanto a possibilidade da separação politica e administrativa de Vicente de Carvalho e Guarujá, hoje eles tremulam bandeiras e rasgam apoios a causa que eles antes duvidavam por ser de origem popular e não política, mas o povo já sabe quem são, seu histórico e o seu grau de comprometimento com a população, que é igual a zero.
Emancipação, porque ela surgiu?
Emancipação significa o ato de se tornar livre ou independente. Para quem é morador do Itapema (Vicente de Carvalho) sabe muito bem dos problemas que passamos e sofremos, começa pela falta de zeladoria publica, transporte ineficiente, serviço de saúde precária, ruas esburacadas e a falta de segurança que é fatal e segue uma lista interminável de problemas que se avolumam a cada mandato.
Durante décadas ouvimos promessas, programas de governo que nunca saíram do papel muitas vezes por ineficiência administrativa ou por pura incompetência “se é que ela é tão pura assim”, o distrito sempre foi colocado em último plano e o cidadão tratado como de 2.ª classe.
Vicente de Carvalho é hoje um espaço segregado, um distrito em que a infraestrutura urbana de equipamentos e serviços (saneamento básico, saúde, sistema viário, iluminação pública, transporte, lazer, educação, segurança pública e acesso à justiça) é precária ou insuficiente.
E falando em Segurança que deveria ser considerada um direito de cidadania, que é fundamental para o desenvolvimento socioeconômico, não o é. Nem o Estado nem o cidadão possui essa consciência e muito menos os políticos.
A Administração, com sua monstruosa estrutura burocrática cheia de cargos comissionados a consumir os recursos dos contribuintes não consegue dar vazão às demandas básicas da nossa cidade. Faltam recursos e gestão para a prestação de serviços de saúde, segurança pública, educação, desenvolvimento tecnológico, prestação jurisdicional, transporte público, etc.
Na vivência diária do cidadão, empecilhos à própria sobrevivência.
No discurso oficial, problemas pontuais.
Ao invés da implementação de reformas estruturantes, acentuando aspectos de eficiência no setor público, a solução engendrada foi a reedição da velha política do pão e circo. O pão, à custa de bolsas de toda espécie e o circo à conta das Copas.
Enfim, o povo dá mostras de que há um limite.
Chega de secretarias a servirem apenas para acomodação de apaniguados.
Chega de partidos políticos sem qualquer nota ideológica, de natureza essencialmente adesista que é a tendência ou hábito de aderir interesseiramente a situações vantajosas. Chega de representações partidárias com interesses econômicos totalmente divorciados de interesses sociais. Chega de projetos pessoais de poder.
Representações que de tanto envolvimento em negociatas espúrias, perderam a legitimidade e o mínimo respeito popular. Não à toa, políticos têm omitido o termo partido, nas novas agremiações em vias de criação.
A causa pública, cada vez mais longe e esquecida por eles, demonstra que a distancia do poder publico com relação ao povo, não se mede por quilômetros, mais por aquilo que ele deixa de fazer em prol da comunidade.
Assim, a tradicional forma de política não mais corresponde às atuais demandas.
O povo quer uma nova cidade sem os vícios da corrupção, sendo assim uma nova maneira de fazer política e de administrar os recursos públicos originários de impostos e taxas arrecadados em nosso distrito, nós não queremos mais ser tratados como cidadãos de segunda classe, queremos respeito, queremos viver com dignidade, nosso distrito não quer mais ficar casado com o Guarujá, estamos pedindo o Divorcio não aguentamos mais a indiferença, a falta de cuidados queremos a nossa liberdade queremos a Emancipação queremos ser livres para nos desenvolvermos como povo e como cidade.

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